Riscos da nanotecnologiaA nanotecnologia molecular é um avanço tão importante que inclusive até
podia ser comparada à Revolução Industrial, no entanto, com uma
diferença destacável, no caso da nanotecnologia o grande impacto será perceptível em apenas alguns anos, atingindo a
humanidade desprevenida com os riscos que tal impacto acarreta. Eis
alguns pontos necessários para levar em consideração:
* - A nanotecnologia originará mudanças na estrutura da sociedade e no sistema político.
* - A nanotecnologia poderá vir a ser a causa de uma nova corrida ao
armamento entre dois países concorrentes, isto porque, os custos de
produção de armas e aparelhos de espionagem terão uma redução
significativa, além disso, podem vir a ser fabricados produtos mais
pequenos, potentes e numerosos.
* - A produção pouco dispendiosa e a duplicação de projectos pode originar grandes mudanças na economia.
* - O uso excessivo da exploração de produtos baratos poderá desencadear importantes danos ao meio ambiente.
* - O intuito por parte da administração ao controlar estes e outros
riscos poderá levar à aprovação de uma normativa excessivamente rígida
que, por sua vez, poderá originar uma procura no mercado negro,
aumentando consideravelmente os riscos, visto que tornar-se-ia fácil
traficar productos pequenos e bastante perigosos, assim como, as
nanofábricas.
* - Existem riscos de diversa natureza e elevada gravidade, os quais nem sempre terão
a mesma solução.
* - As soluções incomplexas não terão qualquer êxito. É improvável
encontrar uma dada resposta adequada a uma dada situação sem meticulosa
planificação prévia.
Riscos da Nanotecnologia: Uso criminal
Caso certos aparelhos, muito mais resistentes, potentes, e compactos,
chegassem às mãos de criminosos e terroristas poderiam causar grandes
danos à sociedade. Além disso, corremos outro risco: talvez não
consigamos desenvolver a tempo novos sistemas de segurança e defesa,
contra este tipo de aparelhos, que possam ser instalados de forma
imediata ou exaustiva.
Os terroristas teriam tudo a seu favor para cometer os seus actos
criminosos, inclusive, armas químicas e biológicas muito mais potentes
e fáceis de ocultar poderiam ser fabricadas. Seria possível produzir
todo tipo de aparelhos, inclusive diferentes géneros de armas mortais
activadas por controle remoto, difíceis de detectar ou evitar.
Se fosse possível obter este tipo de armas através do mercado negro ou
através da sua fabricação caseira, seria difícil encontra-las antes de
serem activadas. Por outro lado, se quiséssemos estabelecer mandatos de
busca em casas escolhidas ao acaso, estes seriam inaceitáveis, com base
nos direitos humanos, na maioria dos países desenvolvidos. Detectar um
criminoso após o atentado seria também tarefa árdua, visto que muitos
dos aparelhos podem ser activados através de uma rede de informática,
ou seja, o criminoso não precisaria de se encontrar no local do crime.
http://www.euroresidentes.com/futuro/nanotecnologia/nanotecnologia_responsavel/riscos_nanotecnologia.htm
03 Nov 2008
Célula-troncoNos últimos anos o assunto “células-tronco” tem sido muito debatido, e
é objeto freqüentemente exposto na mídia. Como a maioria das grandes
novidades, esta área está sendo superestimada se for considerada a
realidade atual, entretanto não há dúvidas de que as suas
potencialidades são enormes, e pode-se esperar um novo tipo de Medicina
a partir da evolução dessas pesquisas. Na verdade, o que se tem hoje é
uma série de perspectivas e os resultados obtidos nas experiências em
animais de pequeno porte não podem, ainda, ser extrapolados para a
espécie humana.
Os diferentes tecidos são formados por células com características
diversas. Por exemplo: o tecido muscular está constituído por células
especializadas em contração, os miócitos. O tecido ósseo está
constituído por osteoblastos, o tecido nervoso por neurônios, e assim
por diante.
Quando uma das primeiras células do embrião sofre uma mitose e se
divide, as duas células resultantes têm a mesma constituição genética e
as mesmas características. A embriogênese progride com a contínua
multiplicação das células, aumentando o número das mesmas e o tamanho
do embrião. O interessante é que dentro da célula mais primitiva, o
zigoto, existe informação suficiente para que, na medida em que essas
células forem se dividindo, aos poucos ocorra uma diferenciação,
originando diferentes linhagens que formarão diferentes tecidos como:
muscular, ósseo, nervoso, etc.
Existem na atualidade discussões éticas de grandes proporções que
necessitam ser abordadas ao se estudar as células-tronco. Serão
avaliadas pormenorizadamente no decorrer desta análise.
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula-tronco
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?602
04 Nov 2008
As células-tronco no Brasil
Baseadas nesses acontecimentos, instituições de diversos países
têm se dedicado ao recolhimento e armazenamento de cordões umbilicais
para serem usados no tratamento de doenças. No Brasil, o único
banco público que recolhe esse material é o Inca, no Rio de Janeiro,
e existem projetos do Ministério da Saúde que prevêem financiamento
desse tipo de trabalho gratuitamente para a população carente.
Enquanto os planos do governo não saem do papel, instituições
privadas de congelamento de sangue do cordão umbilical dão um
passo à frente nas experiências com a obtenção de
células-tronco. Nelson Tatsui, hemoterapeuta e diretor do primeiro banco
de sangue privado do Brasil, a Criogênesis, explica como funciona o procedimento
de coleta dessas células: “A obtenção do sangue do
cordão umbilical é realizada durante o nascimento do bebê
por uma equipe que se desloca até o hospital, e todo material utilizado
na retirada do sangue é fornecido pela empresa. Após a coleta,
o conteúdo é encaminhado para um laboratório, onde, após
passar por diversos exames que avaliam a qualidade do material biológico,
ele é submetido a um congelamento controlado por softwares sofisticados”,
explica o especialista.
Segundo Tatsui, com o sangue do cordão umbilical congelado, as células-tronco
ficam disponíveis para necessidades futuras, como no caso do surgimento
de doenças, durante pelo menos 15 anos após a coleta. Além
dessa vantagem, não há risco de rejeição quando
essas células forem implantadas no paciente, uma vez que elas foram retiradas
dele mesmo.
04 Nov 2008
Células-tronco embrionáriasSão
chamadas pluripotentes. É essa capacidade que permite que um embrião se
transforme em um corpo totalmente formado. Cerca de cinco dias após a
fertilização, o embrião humano se torna um blastocisto- uma esfera com
aproximadamente 100 células. As encontradas em sua camada externa vão formar a
placenta e outros órgãos necessários ao desenvolvimento fetal do útero. Já as
existentes em seu interior formam quase todos os tecidos do corpo. Estas são as
células-tronco de embriões usadas nas pesquisas.
Os cientistas geralmente obtém essas células de embriões descartados em clínicas
de fertilidade. Os embriões criados pelo espermatozóide e óvulo de um casal -- e
que não são implantados no útero nem destruídos pela clínica -- podem servir
como fontes de células-tronco.
Apesar de poder crescer em quantidade ilimitada em
laboratório, as células embrionárias podem ser rejeitadas pelo sistema
imunológico do paciente quando transplantadas, podendo inclusive gerar tumores.
Como as células-tronco adultas oferecem a possibilidade de ser retiradas do
próprio paciente, evita-se o risco de rejeição. No entanto, ainda há dúvidas
sobre sua capacidade de transformação em outras células. Além disso, sua
produção em laboratório na quantidade necessária é mais difícil.
Para algumas pessoas, como grupos religiosos e antiaborto, a destruição de um
embrião é o mesmo que matar um ser humano.
http://www.doencadeparkinson.com.br/ctronco.htm
04 Nov 2008
Esperança ConsagradaDoenças como distrofia muscular progressiva, mal
de Parkinson, diabetes e tantas outras que afligem parentes, amigos e
irmãos em Cristo não costumam aguardar o bom senso das autoridades. Por
isso, alimentados pelo sentimento que sempre nos moveu -- a ESPERANÇA
--, acreditamos mais do que nunca no desenvolvimento da cura.
Destacamos a sabedoria da maioria dos ministros do Supremo Tribunal
Federal (STF), que enxergaram além do proselitismo religioso e votaram
a favor de uma chance à vida dos pacientes e do progresso da ciência.
Vivemos um momento histórico e gostaríamos de compartilhar essa alegria
com nossos parceiros. Foram três anos, em que centenas de pessoas
dividiram suas dores e tristezas por meio de mensagens em que relatavam
o apego às células-tronco como um último e salvador recurso. Foram dias
em que nós mesmos nos emocionamos com histórias de vida em que nem a
limitação tirou a alegria de viver.
http://www.celula-tronco.com/
04 Nov 2008