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Nanotecnologia na Informática

 

Nanotecnologia pode criar internet cem vezes mais rápida

da Folha Online
25/08/2004 - 12h05

Uma nova pesquisa feita no Canadá afirma que a nanotecnologia é a solução para construir uma internet de altíssima velocidade inteiramente baseada na luz, que pode ser até cem vezes mais rápida que a atual.

Segundo estudo publicado pela revista "Nano Letters", os pesquisadores Ted Sargent e Qiying Chen, da Universidade de Toronto, usaram um feixe de laser para direcionar outro feixe, com um controle sem precedentes. O feito é especialmente importante para futuras redes de fibras ópticas.

Antes disso, os pesquisadores não tinham conseguido demonstrar teorias que afirmavam que a luz poderia ser usada para controlar a própria luz --o que poderia ser usado para criar redes de transmissão de dados.

"Com nosso trabalho, a capacidade de processar sinais que contenham informação por meio da luz se tornou algo prático", disse Sargent, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e da Computação, em comunicado da universidade canadense.

O segredo das redes está em um material que combina partículas esféricas em escala nanométrica, conhecidas como "buckyballs". Sargent e colegas estudaram as partículas ópticas do novo material híbrido e descobriram que ele era capaz de processar dados transportados em comprimentos de onda usados em telecomunicações --a faixa infravermelha empregada em cabos de fibra óptica.

De acordo com os cálculos feitos pelos cientistas canadenses, sistemas de comunicação por fibra óptica poderão carregar sinais por uma rede global com tempos de resposta na escala do picossegundo (um trilionésimo de segundo), o que resultaria em uma internet pelo menos 100 vezes mais rápida do que a atual.

Para isso, explicam, os sistemas terão que evitar conversões desnecessárias de sinais entre formas ópticas e eletrônicas.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u16811.shtml
21 Out 2008
Admin · 20 vistos · Deixe um comentário
Riscos da nanotecnologia
A nanotecnologia molecular é um avanço tão importante que inclusive até podia ser comparada à Revolução Industrial, no entanto, com uma diferença destacável, no caso da nanotecnologia o grande impacto será perceptível em apenas alguns anos, atingindo a humanidade desprevenida com os riscos que tal impacto acarreta. Eis alguns pontos necessários para levar em consideração:

* - A nanotecnologia originará mudanças na estrutura da sociedade e no sistema político.

* - A nanotecnologia poderá vir a ser a causa de uma nova corrida ao armamento entre dois países concorrentes, isto porque, os custos de produção de armas e aparelhos de espionagem terão uma redução significativa, além disso, podem vir a ser fabricados produtos mais pequenos, potentes e numerosos.

* - A produção pouco dispendiosa e a duplicação de projectos pode originar grandes mudanças na economia.

* - O uso excessivo da exploração de produtos baratos poderá desencadear importantes danos ao meio ambiente.

* - O intuito por parte da administração ao controlar estes e outros riscos poderá levar à aprovação de uma normativa excessivamente rígida que, por sua vez, poderá originar uma procura no mercado negro, aumentando consideravelmente os riscos, visto que tornar-se-ia fácil traficar productos pequenos e bastante perigosos, assim como, as nanofábricas.

* - Existem riscos de diversa natureza e elevada gravidade, os quais nem sempre terão
a mesma solução.

* - As soluções incomplexas não terão qualquer êxito. É improvável encontrar uma dada resposta adequada a uma dada situação sem meticulosa planificação prévia.
Riscos da Nanotecnologia: Uso criminal

Caso certos aparelhos, muito mais resistentes, potentes, e compactos, chegassem às mãos de criminosos e terroristas poderiam causar grandes danos à sociedade. Além disso, corremos outro risco: talvez não consigamos desenvolver a tempo novos sistemas de segurança e defesa, contra este tipo de aparelhos, que possam ser instalados de forma imediata ou exaustiva.

Os terroristas teriam tudo a seu favor para cometer os seus actos criminosos, inclusive, armas químicas e biológicas muito mais potentes e fáceis de ocultar poderiam ser fabricadas. Seria possível produzir todo tipo de aparelhos, inclusive diferentes géneros de armas mortais activadas por controle remoto, difíceis de detectar ou evitar.
Se fosse possível obter este tipo de armas através do mercado negro ou através da sua fabricação caseira, seria difícil encontra-las antes de serem activadas. Por outro lado, se quiséssemos estabelecer mandatos de busca em casas escolhidas ao acaso, estes seriam inaceitáveis, com base nos direitos humanos, na maioria dos países desenvolvidos. Detectar um criminoso após o atentado seria também tarefa árdua, visto que muitos dos aparelhos podem ser activados através de uma rede de informática, ou seja, o criminoso não precisaria de se encontrar no local do crime.

http://www.euroresidentes.com/futuro/nanotecnologia/nanotecnologia_responsavel/riscos_nanotecnologia.htm
03 Nov 2008
Admin · 436 vistos · 2 comentários
Célula-tronco
Nos últimos anos o assunto “células-tronco” tem sido muito debatido, e é objeto freqüentemente exposto na mídia. Como a maioria das grandes novidades, esta área está sendo superestimada se for considerada a realidade atual, entretanto não há dúvidas de que as suas potencialidades são enormes, e pode-se esperar um novo tipo de Medicina a partir da evolução dessas pesquisas. Na verdade, o que se tem hoje é uma série de perspectivas e os resultados obtidos nas experiências em animais de pequeno porte não podem, ainda, ser extrapolados para a espécie humana.

Os diferentes tecidos são formados por células com características diversas. Por exemplo: o tecido muscular está constituído por células especializadas em contração, os miócitos. O tecido ósseo está constituído por osteoblastos, o tecido nervoso por neurônios, e assim por diante.

Quando uma das primeiras células do embrião sofre uma mitose e se divide, as duas células resultantes têm a mesma constituição genética e as mesmas características. A embriogênese progride com a contínua multiplicação das células, aumentando o número das mesmas e o tamanho do embrião. O interessante é que dentro da célula mais primitiva, o zigoto, existe informação suficiente para que, na medida em que essas células forem se dividindo, aos poucos ocorra uma diferenciação, originando diferentes linhagens que formarão diferentes tecidos como: muscular, ósseo, nervoso, etc.

Existem na atualidade discussões éticas de grandes proporções que necessitam ser abordadas ao se estudar as células-tronco. Serão avaliadas pormenorizadamente no decorrer desta análise.

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula-tronco
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?602
04 Nov 2008
Admin · 17 vistos · Deixe um comentário
As células-tronco no Brasil


Baseadas nesses acontecimentos, instituições de diversos países
têm se dedicado ao recolhimento e armazenamento de cordões umbilicais
para serem usados no tratamento de doenças. No Brasil, o único
banco público que recolhe esse material é o Inca, no Rio de Janeiro,
e existem projetos do Ministério da Saúde que prevêem financiamento
desse tipo de trabalho gratuitamente para a população carente.
Enquanto os planos do governo não saem do papel, instituições
privadas de congelamento de sangue do cordão umbilical dão um
passo à frente nas experiências com a obtenção de
células-tronco. Nelson Tatsui, hemoterapeuta e diretor do primeiro banco
de sangue privado do Brasil, a Criogênesis, explica como funciona o procedimento
de coleta dessas células: “A obtenção do sangue do
cordão umbilical é realizada durante o nascimento do bebê
por uma equipe que se desloca até o hospital, e todo material utilizado
na retirada do sangue é fornecido pela empresa. Após a coleta,
o conteúdo é encaminhado para um laboratório, onde, após
passar por diversos exames que avaliam a qualidade do material biológico,
ele é submetido a um congelamento controlado por softwares sofisticados”,
explica o especialista.



Segundo Tatsui, com o sangue do cordão umbilical congelado, as células-tronco
ficam disponíveis para necessidades futuras, como no caso do surgimento
de doenças, durante pelo menos 15 anos após a coleta. Além
dessa vantagem, não há risco de rejeição quando
essas células forem implantadas no paciente, uma vez que elas foram retiradas
dele mesmo.


04 Nov 2008
Admin · 17 vistos · Deixe um comentário
Células-tronco embrionárias
São chamadas pluripotentes. É essa capacidade que permite que um embrião se transforme em um corpo totalmente formado. Cerca de cinco dias após a fertilização, o embrião humano se torna um blastocisto- uma esfera com aproximadamente 100 células. As encontradas em sua camada externa vão formar a placenta e outros órgãos necessários ao desenvolvimento fetal do útero. Já as existentes em seu interior formam quase todos os tecidos do corpo. Estas são as células-tronco de embriões usadas nas pesquisas.

Os cientistas geralmente obtém essas células de embriões descartados em clínicas de fertilidade. Os embriões criados pelo espermatozóide e óvulo de um casal -- e que não são implantados no útero nem destruídos pela clínica -- podem servir como fontes de células-tronco.

Apesar de poder crescer em quantidade ilimitada em laboratório, as células embrionárias podem ser rejeitadas pelo sistema imunológico do paciente quando transplantadas, podendo inclusive gerar tumores. Como as células-tronco adultas oferecem a possibilidade de ser retiradas do próprio paciente, evita-se o risco de rejeição. No entanto, ainda há dúvidas sobre sua capacidade de transformação em outras células. Além disso, sua produção em laboratório na quantidade necessária é mais difícil.

Para algumas pessoas, como grupos religiosos e antiaborto, a destruição de um embrião é o mesmo que matar um ser humano.

http://www.doencadeparkinson.com.br/ctronco.htm
04 Nov 2008
Admin · 30 vistos · 1 comentário

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